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FACHADA PELE DE VIDRO: MERCADO LUCRATIVO E PROMISSOR EXIGE RESPONSABILIDADE
(22/11/2018)
Tendência no mercado da construção, as fachadas de vidro, além de um visual moderno, proporcionam maior qualidade de vida aos usuários de um edifício e economia de recursos naturais, pois garantem um maior aproveitamento da iluminação natural, dispensando o uso de persianas e cortinas. Um dos tipos de fachada mais demandados hoje no mercado e uma oportunidade de negócio para construtores é a pele de vidro. Conhecidas também como estrutura Glazing, este tipo de fachada quase não mostra a estrutura interna, destacando ainda mais o vidro.
Os vidros indicados para uma fachada pele de vidro, de acordo com a norma ABNT NBR 7199 - Vidros na Construção Civil são os vidros considerados de segurança, ou seja, o vidro laminado ou, aramado. O vidro insulado pode ser aplicado para garantir maior proteção térmica e acústica, mas a peça de vidro interior deve ser de vidro laminado ou aramado. Em aplicações verticais, como nas fachadas pele de vidro, expostas à insolação constante, recomenda-se ainda o uso de vidros revestidos para controle solar, conforme ABNT NBR 16023, de forma a minimizar a entrada de calor por transmissão e controle da entrada de luz natural.
Quanto à fixação dos vidros, no primeiro pavimento pode ser autoportante ou totalmente encaixilhado. Acima do primeiro pavimento deve ser totalmente encaixilhado, e com uma projeção máxima limitada a 250 mm da face da fachada ou da aba de proteção. Em todos os casos, a área do vidro não pode exceder 0,64 m2. A norma ABNT NBR 7199 orienta para os cálculos de espessura e resistência para cada tipo de vidro.
Evolução das técnicas
As primeiras fachadas de vidro surgiram nos anos 60, ainda com estrutura de alumínio totalmente visível saliente ao vidro, aplicada em um conceito chamado fachada cortina ou grid, porque marca as justas do vidro do lado externo, tanto na vertical como na horizontal, como uma grade. A fachada cortina é formada por uma coluna de alumínio composta por presilha e tampa, onde a coluna é fixada em locais estruturais da edificação e o perfil tipo presilha fixado a esta coluna através de parafuso, pressionando o vidro contra gaxetas de borracha.
A estrutura foi sendo levada para o lado interno, valorizando mais o vidro. Conhecida como pele de pele de vidro por deixar a fachada mais lisa, o sistema eliminou as saliências causadas pelas capas convencionais. As primeiras instalações eram mecânicas, com o vidro encaixilhado. Na década de 80 a técnica evoluiu e surgiu outro tipo de pele de vidro: a estrutural glazing, na qual o vidro é fixado quimicamente, colado através de adesivos estruturais, camuflando totalmente o alumínio. O primeiro projeto no Brasil que utilizou a pele de vidro foi do edifício do Citibank na Avenida Paulista, em São Paulo, concluído em 1986. Desde então, a técnica começou a suprimir a tradicional.
Inicialmente, a construção das fachadas pele de vidro era feita no sistema stick, em que a instalação da fachada é processada em etapas, montada peça a peça: colunas, travessas e, finalmente, os painéis de vidro fixos ou móveis ou os revestimentos de alumínio. Toda essa construção é efetuada pelo lado externo da edificação utilizando andaimes e/ou balancins, exigindo rigor nas medições prévias e cuidado redobrado com a segurança dos trabalhadores. Esse tipo de fachada é muito usual atualmente, mesmo com suas peças - como colunas, travessas, painéis e folhas de vidro - tendo que ser instaladas com o auxílio de um andaime, já que o baixo custo de transporte, manuseio e a flexibilidade para ajustes proporcionam vantagens consideráveis.

Entretanto, o sistema mais usado atualmente em edifícios corporativos e que representou um marco no mercado é a fachada unitizada, que teve sua primeira aplicação no Brasil em 2002, no Banco de Boston, localizado na Avenida Nações Unidas, em São Paulo. Montada por módulos, com coluna, travessa e vidro em uma célula única, gerando módulos completos, com perfis, vidros colados, gaxetas de vedação e demais componentes, permitiu antecipar a estrutura para fora da obra, ganhando em produtividade, pois não era mais preciso esperar o término dos acabamentos necessários na construção.
Neste sistema, cada célula tem sua coluna desmembrada possibilitando encaixes tipo macho e fêmea com altura do andar tipo da edificação. A produção deste módulo já contempla a fixação da travessa horizontal na coluna, sendo que o vidro é colado diretamente nessa estrutura, formando o painel modular. Levados para a obra prontos para serem instalados, esses módulos passaram a garantir mais segurança aos trabalhadores e tornou o balancim desnecessário. A instalação passou a ser feita pelo lado interno, no apoio da laje, sendo que cada módulo içado é colocado por encaixe, em fileiras, começando de baixo para cima.
Apesar da unitizada garantir maior estanqueidade e durabilidade, além das técnicas seguirem processos opostos, a fachada stick ainda conta com a preferência de muitos projetistas. Há também construções com o sistema híbrido, que mistura ambos, em determinados espaços da fachada a instalação pode seguir o esquema unitizado e em outras o stick. A unitizada tem custo um pouco maior, mas sua velocidade de instalação é três maior que com a stick, porque não necessita de balancins. Além disso, ela pesa um pouco mais, apesar de gastar menos acessórios, menos mão de obra de fabricação e de instalação. A fachada stick é muito utilizada em obras de pequenas áreas aplicadas ou que não comportem o custo de engenharia que no sistema unitizado tem um peso muito mais relevante.

Mais cara e mais lucrativa
A construção de uma fachada de pele de vidro é mais cara, chegando a custar 40% a mais, por utilizar elementos de alto custo em sua composição, como a fita adesiva dupla face ou silicone estrutural, que une o vidro ao alumínio, além de equipamentos como balancins ou mini gruas e mão de obra qualificada. Economizar nesses itens é o maior erro, que pode colocar em risco a segurança do projeto, imagina aquele vidro descolar?
É por isso que as empresas que fabricam a fita estrutural, analisam o projeto para determinarem a composição do produto, um sistema bastante rígido e burocrático. As empresas ainda acompanham e fiscalizam a obra. O processo é extremamente necessário para garantir uma fixação segura, mas, por outro lado, inviabiliza a realização de fachadas pele de vidro menores para vidraçarias e empreiteiras de pequeno porte.
Por isso, a Alclean criou um sistema que foi um grande sucesso no mercado, o sistema Glazing, para viabilizar a compra dos produtos necessários para a instalação da pele de vidro por empresas de menor porte sem perder a segurança. O sistema Glazing facilita e regulariza todo o processo em obras de até 15 metros ou cinco pavimentos e economiza de 30 a 40 dias do processo. O silicone estrutural precisa ser compatível com o alumínio que será utilizado, o que não necessariamente acontece se o produto for comprado em qualquer fábrica. No sistema glazing o produto será rastreado dentro da Alclean e já estará aprovado direto da fábrica.

Um outro tipo de economia comum que estraga toda a obra: a escolha do parafuso. Este fixador, se for de ferro, enferruja em contato com o alumínio. Tem que usar de aço inox mesmo sendo muito mais caro. Também não se pode economizar com o silicone, em que a diferença é grande e maior ainda quando se compra mil tubos. Mas aí vai dar manutenção, vazar água e o cliente retorna insatisfeito com reclamações.
A fachada pele de vidro tem um custo elevado comparada a outros sistemas como a caixilharia convencional. Entretanto, tem sido a opção mais presente na arquitetura de prédios comerciais, assim como fachadas de estádios, museus e até igrejas. Isso porque, além do conceito de modernidade, agiliza a execução por seguir um processo de linha de produção. O prazo de entrega permite que o empreendimento seja comercializado mais rapidamente, além da economia de recursos que o operador terá.
As construções de fachada pele vidro são bastante cobiçadas pelas empreiteiras especializadas, que focam em obras de médio e grande porte, e por isso contam uma grande equipe integrada de profissionais. Porém, empresas menores também vislumbram neste tipo de instalação uma oportunidade de negócio lucrativo, já que sua margem de lucro pode chegar a 50%.
Vale ressaltar que a construção de uma fachada pele de vidro exige mão de obra especializada e não se limita à participação do vidraceiro apenas. Há toda uma equipe por trás, composta por profissionais diversos como engenheiros, arquitetos e especificadores, para executar com segurança essa obra complexa.
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Manutenção Contínua: A limpeza e manutenção de uma fachada de vidro de 170 km de extensão, com 500 metros de altura, em um ambiente desértico sujeito a tempestades de areia, será um desafio logístico e financeiro sem precedentes. Viabilidade e Custos: Dúvidas de Especialistas: Muitos arquitetos e urbanistas expressam ceticismo sobre a viabilidade técnica e financeira de construir uma cidade com essas características, especialmente dentro do prazo e orçamento previstos. Relatórios recentes (maio de 2025) indicam que o progresso da construção é lento e que a escala real pode ser menor do que o prometido inicialmente, com apenas a fase de fundações iniciada em algumas áreas. Emissões de CO2 na Construção: A construção em si gerará uma quantidade maciça de CO2. Estima-se que as emissões totais de carbono da construção de The Line possam ser equivalentes às emissões totais do Reino Unido ao longo de quatro anos. 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(05/10/2024)
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g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2024/07/09/shopping-e-multado-por-morte-de-consumidora-que-foi-atingida-por-estrutura-de-fachada-em-campina-grande.ghtml
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(03/04/2023)
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